Ganhei um conjunto de canetas cinzas legais pracaralho do grande amigo de fé, irmão camarada Bagre-san. Material profissional até demais pros meus rabiscos só por diversão.
Ótimo incentivo para largar de ser preguiçoso e trabalhar mais com luz e volumes nos desenhos.
Som maluco desse jeito vale muito a pena ver em casa pequena. Porque justamente mais do que ir “prestigiar” a banda, o lance é ver como é que os caras fazem a coisa acontecer. Inevitavelmente (e que bom que seja assim) não é como ouvir o disco sendo executado, há improviso, variação, construção. Ok, e também fui pra pagar pau pro John Stanier.
Três pesares: O som estourou em alguns momentos, latinha de cerveja a cinco reais é inadmissível e a casa cobra taxa de serviço (hein!?) mesmo que você tenha ido até o balcão buscar a bagaça. Uma pena.
Lápis + canetas de ponta porosa.
A idéia é finalizar o desenho em Illustrator. Acho que preciso começar a desenhar em material mais adequado (papel melhor, nanquim de verdade) se quiser um resultado menos amador… mas, bom, para fins de estudo e diversão até que as coisas vão indo bem…
Terminei de ler. E vou dizer que ler o livro não só potencializou a experiência de ver o filme como me fez respeitar mais ainda o senhor Coppola. Gostei das escolhas que ele fez pro filme, como separou e remontou a história para dividir entre os dois primeiros filmes e as partes que omitiu ou modificou não prejudicam em nada a história, mas adequam muito bem para as coisas que um filme não permite desenvolver mas que cabem perfeitamente em um livro.
Quando à história (agora completa) o Mario Puzo matou a pau. Tudo ali, valores, família, personagens profundos, muitos matizes e especialmente muita brutalidade. É uma visão romântica do lance, é claro que se formos pegar só a parte documental desse lance de máfia a conversa fica complicada, crime, politicagem, corrupção e violência só soam bem em filme de máfia e clipe de rap mesmo. De todo modo, abstraindo-nos das implicações sócio-políticas da cosa nostra, trata-se de um romance ducaralho. Tá na disputa acirrada para o cargo de “melhor livro que eu já li na vida”…