Archive for the 'sobre design' Category

Typographics

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Simples, bem feito e ainda por cima educativo!
Duc@%$lho, acho que vou tentar dar um jeito de mostrar esse lance pros alunos em aula.

via: agenciaginga.com.br

source of all creation: vfs.com

The Fentix Cube

fentix cubeE olha só mais uma traquitana multi-touch, giroscópica pisca-pisca que parece muito, muito legal. Justamente como foi dito neste artigo da BBC News: “(…) the combination of touch, light and three dimensions opens up a range of possibilities — from music games, to puzzles and even a lifestyle device.”

E, como diriam nos canais de tele-venda: “Não é só isso!!”. No site do cara há mais um monte de objetos de pesquisa dele que são interessantíssimos. Interfaces táteis, novos modos de exibir e interagir com estímulos em aparelhos eletrônicos, etc. Bom pracaralho.

O site do cidadão: andrewfentem.com

Via: Lista de discussão IxDA

reactable

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“The reactable is a collaborative electronic music instrument with a tabletop tangible multi-touch interface. Several simultaneous performers share complete control over the instrument by moving and rotating physical objects on a luminous round table surface.”

Porca Mignota!! Que puta negócio LEGAL!

Clica e gira: mtg.upf.es/reactable

via: Spacetug

bumptop.com

bumptopEsta é uma das coisas mais interessantes que eu vi em termos de projeto de interface no ano passado. Fiquei guardando e aguardando pra comentar, esperando saírem novidades, modelos testáveis, demo, qualquer notícia. Mas acho que talvez ainda vá demorar mais um pouquinho.

Tal qual o trabalho do doido Johnny Lee, esse projeto me deixa muito empolgado com relação às possibilidades vindouras. A demonstração dele no TED é divertidíssima de se ver.

Penso eu, entretanto, que ainda haja algo que se amadurecer, não só em termos de tecnologia mas de modelo de uso mesmo. Não sei se transformar o desktop bidimensional numa espécie de caixa ou sala onde se manipula arquivos é a melhor saída para o uso cotidiano. Mas, só a idéia bruta em si é muito, muito ducaralho. E o próprio uso da coisa em si, com a sintaxe de gestos-comandos, a sensibilidade da simulação de física dos objetos e tudo mais é muito legal de se ver. Vendo coisas como estas, mais o Surface, mais todos esses novos modelos de uso que vêm com o Wii, iPhone, Nokia N95 e o escambau realmente dão aquela sensação divertida de “família Jetson, aí vamos nós…!”.

Trabalhamos no computador com metáforas do mundo real, e regrinhas básicas da boa usabilidade rezam que modelos de uso são construídos por repetição. Ninguém (espero) mais usa disquetes, mas o símbolo do disquetinho ainda é um modo inequívoco de dizer “salvar”. Ainda pensamos em termos de pastas, caixas, etc.. Todavia — e isso é importantíssimo! — uma vez que essas novas coisas se incorporam à cultura, viram base para novas metáforas das metáforas. Muita gente anunciou o apocalipse da folcsonomia, muita gente usou onde não precisava, mas tá aí, incorporada, e não dá pra pensar em nada parecido com Flickr, Deli.cio.us e afins sem isso. Então, creio eu, estamos vendo o comecinho dessa segunda camada de metáforas das metáforas que vai permitir o uso popular e massificado de interfaces cada vez mais interessantes e menos calcadas no “mundo real”. Veja bem, não me considero um especialista no assunto (ainda!) mas certamente há gente séria e genial trabalhando em modelos malucos de interface humano computador há anos… quando digo “comecinho”, estou falando sobre estes novos modelos de uso se tornarem, como disse, populares e massificados.

Ficam me devendo ainda a máquina de teletransporte e os carros voadores. Mas eu vou esperar mais um pouco.

Clique com o ponteiro do mouse, ou as mãos, se puder: bumptop.com

Johnny Chung Lee

johnny leeTá aqui um sujeito que realmente leva esse lance de Human-Computer Interaction a sério, de verdade. Impressiona por ter puta visão “limpa” das coisas, uma boa dose de bom humor e uma invejável habilidade em materializar estas idéias com elegância e eficiência técnica.

O que eu quero dizer com “visão limpa”? Que o mano encara a tecnologia que tem em mãos (se vir todos os papers, vai notar isso), que funciona, que é exequível, e a “remixa” de um jeito que abre novas e interessantíssimas possibilidades de maneira muito simples. Ok, é claro que é fácil dizer que é “simples” depois que o problema foi resolvido. Com isso não quero cair de maneira nenhuma do velho discurso do “se eu quisesse eu também faria…”. Não, não faria, nem em cem anos. Especialmente porque não é uma questão de resolver questões tecnológica, o ponto importante é a visão. Visão + Habilidade.

Por isso admiro muito o trabalho desse cara, justamente porque complicar é fácil (só trocar idéia com qualquer engenheiro). Difícil, de verdade, é fazer o simples.

Manda bala: johnnylee.net | littlegreatideas.com

Via: i.nacio.com.br

oSkope

oskopeTá aqui um negócio simples e bem interessante na linha do nosso amigo Snap, só que mais específico, já que mastiga e devolve resultados de buscadores que já entregam resultados (na maior parte dos casos) essencialmente visuais, não apenas referência texto.
Muito bacana como proposta de interface, vale a pena fuçar nas opções de visualização para estabelecer diferentes relações entre os resultados da busca… Divertido como entretenimento e interessante como ferramenta. Não sei bem se tem aplicação prática cotidiana “de verdade”, mas gostei da idéia. Acho que dá margem para pensar em outros jeitos simples e interessantes de acessar conteúdos que não seja pelo hipertexto “clássico”, por assim dizer…

Manda bala: oskope.com

Aaron Jasinski

Aaron JasinskiIlustrador muito bom, site muito bom.
Conheci o trabalho desse cara via recomendação de uma prima e desde então acompanho o que ele vêm postando no deviantart. Estilo bem definido, urbano, comercial, bem com cara de ilustração editorial, as vezes um pouco repetitivo. Mas, quando uma fórmula funciona e os prazos estão comendo pelas beiradas, será que dá pra condenar o sujeito por “fazer o mais fácil”… difícil julgar.

De todo modo, resolvi postar esse link aqui na verdade porque o site novo do sujeito tem uma proposta de navegação que eu achei bem interessante. Limpa, simples, com uma paleta de cores muito bem resolvida e umas pequenas boas idéias. Na parte de música, achei o desenho do “player” circular muito, muito simpático, por exemplo.

Enfim, só pra clicar e se divertir:  aaronjasinski.com

Don’t Click It

don't click itConfesso que ainda estou um pouco em dúvida se se trata de um experimento sério ou tiração de barato. Assumindo que é um lance sério, acho a proposta muito, muito boa. Dificílimo pensar IHC sem o “click” definindo ação sobre alguma coisa, então, porque não testar novas possibilidades?

Na prática, o fato é que usabilidade se define também por repetição e navegação acumulada. Quer dizer, vamos construindo bibliotecas semânticas na cabeça a partir de cada ferramenta que utilizamos (quem nunca ouviu frases do tipo “ah, se você sabe usar tal programa, vai achar o outro fácil”) e a noção de que o clique determina que estamos “tocando” ou ativando algum elemento de interface é algo que me parece completamente sedimentado na cabeça de qualquer usuário. Além de quê, nestes tempos que finalmente vemos a viabilidade comercial de telas multi-touch e firulas no melhor estilo minority report, me parece que interfaces “clickless” tenham aplicações específicas, em pesquisa, acadêmia ou estudos de acessibilidade, não sei, acho que preciso ler mais, pensar melhor neste assunto…

Bom, a discussão fica aqui em aberto. E que o site é “divertido”, isso ele é.

click it: dontclick.it