Tem um tempo sem novidades por aqui, mas não quer dizer que esteja parado marcando toca, absolutamente o contrário!
Aos visitantes acidentais que por qualquer ventura dessa web de meu Deus caiam por aqui, não deixem de visitar esse tremendo site bacana que acabamos de colocar no ar: ncgames.com.br/gtaiv
Mais pra frente documentaremos como foi essa história na forma simpática e levemente pretensiosa de case, no site novo.
Tanaka, diretamente do Goblin Studio.
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Simples, bem feito e ainda por cima educativo!
Duc@%$lho, acho que vou tentar dar um jeito de mostrar esse lance pros alunos em aula.
via: agenciaginga.com.br
source of all creation: vfs.com
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Terminei de ler a bagaça esses dias.Não diria que o Pêndulo de Foucalt é o melhor livro que eu já li. Mas certamente ocupa seu lugarzinho de honra na lista. Muito mais do que a história em si, foram as discussões que ele propõe que me faziam entrar na conversa tipo “ca%$#lho, é isso mesmo! Isso é uma papagaida, umberto, boa!” ou “p#&&a! olha isso que legal!” — porque ele discute justamente esse lance da mistificação, do sobrenatural, do “esotérico”, “conspiratório” e eu arriscaria dizer que inclusive a “auto-ajuda” como um tremendo ouro de tolo.
O enredo, muito resumidamente: Três funcionários de uma editora de livros ditos “herméticos” resolvem juntar numa panela só todas as bobagens que publicam e criar uma teoria nova, única e que reúna tudo o que eles estão cansados de ler: templários, sociedades secretas, linhas de energia, segredos das pirâmides, horóscopo e o diabo. O problema é que algumas pessoas começam a achar que a teoria deles e séria e, num certo momento, eles mesmos começam a se deixar dominar pelo monstro de frankenstein que criam. Bem legal.
Veio bem a calhar ler este livro nestes tempos de “O Segredo” e bobageiras do tipo. Mas, honestamente, o mais importante não é isso. O importante aqui são as idéias que ele trabalha a maneira como ele constrói essa discussão, a partir de digressões dentro de digressões e inserindo textos dos personagens dentro de seu próprio texto. Não sou um cara da literatura, não sei se isso é “legal” mesmo, mas eu achei bem bacana.
Só fiquei meio cabreiro conforme o livro foi acabando. Me parece que ao invés de levar o quebra-pau a cabo, preferiu optar por uma solução de consenso. Me desagradou o final, mas sem com isso diminuir meu gosto pelo começo e o meio…
Das coisas que eu li dele ainda prefiro “A Ilha do Dia Anterior” (doido, bem doido!)… e antes de ler “O Nome da Rosa” vou terminar de ler “A Obra Aberta” — o qual por sua vez comecei a ler umas vinte vezes. Não engrenei na idéia ainda, mas sei que ali tem coisa boa e que eu preciso entender o lance.
Por fim, falando sobre teorias malucas e outras coisas, achei ótimo que ele disse nesta entrevista pro NY Times:
I am wondering if you read Dan Brown’s “Da Vinci Code,” which some critics see as the pop version of your “Name of the Rose.” I was obliged to read it because everybody was asking me about it. My answer is that Dan Brown is one of the characters in my novel, “Foucault’s Pendulum,” which is about people who start believing in occult stuff.
But you yourself seem interested in the kabbalah, alchemy and other occult practices explored in the novel. No, in “Foucault’s Pendulum” I wrote the grotesque representation of these kind of people. So Dan Brown is one of my creatures.
Maroto, não?
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Talvez eu tenha pegado o bonde andando, ou dormi no circular e acordei na volta, manja?
Entretanto, apesar de tardiamente, está sendo uma experiência bem interessante (re)conhecer Melvins (e suas variantes diversas) depois de velho.
E por falar em velho, impressionante como não importa com quem o Jello Biafra toque, o som sempre fique com a mesma cara. Lard soa como um Dead Kennedys industrial (duh) e “Jelvins” soa, bem, soa como Dead Kennedys mais bem produzido, sei lá. Isso é ruim? Claro que não! XD
Recomendo muito este disco.
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Ganhei um conjunto de canetas cinzas legais pracaralho do grande amigo de fé, irmão camarada Bagre-san. Material profissional até demais pros meus rabiscos só por diversão.
Ótimo incentivo para largar de ser preguiçoso e trabalhar mais com luz e volumes nos desenhos.
Referência: ahrum-stock.deviantart.com
P.S.: Tem um detalhe interessante. As canetas são, digamos, “fortes”, e o desenho eu fiz foi no meu modesto porém honesto caderninho de sketches mesmo, não em papel especial bleedproof, coated ou coisa que o valha… o que saiu no verso da folha é bem legal também!
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E olha só mais uma traquitana multi-touch, giroscópica pisca-pisca que parece muito, muito legal. Justamente como foi dito neste artigo da BBC News: “(…) the combination of touch, light and three dimensions opens up a range of possibilities — from music games, to puzzles and even a lifestyle device.”
E, como diriam nos canais de tele-venda: “Não é só isso!!”. No site do cara há mais um monte de objetos de pesquisa dele que são interessantíssimos. Interfaces táteis, novos modos de exibir e interagir com estímulos em aparelhos eletrônicos, etc. Bom pracaralho.
O site do cidadão: andrewfentem.com
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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=NjmEJiI2o9Q]
Dio santo, que disco bem doido. Também, junta no mesmo metro quadrado um povinho pouco são.
Recomendo.
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“The reactable is a collaborative electronic music instrument with a tabletop tangible multi-touch interface. Several simultaneous performers share complete control over the instrument by moving and rotating physical objects on a luminous round table surface.”
Porca Mignota!! Que puta negócio LEGAL!
Clica e gira: mtg.upf.es/reactable
via: Spacetug
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“Snorting a Brain Chemical Could Replace Sleep”
Essa eu realmente vou acompanhar de perto pra ver que caminho toma, se é um negócio real ou marmota. Ok, a pesquisa é sobre tratamento para narcolepsia, não para um bando de retardados estriquinados se empolgarem. Mas, cara, poder se livrar de dormir de vez em quando até que não seria mal… me pouparia o pior dos esforços que é conseguir acordar depois de pegar no sono.
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